segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Dias de semana

Ora bem. Há dias de semana que não me importava que fossem todos os dias e há outros que eu dispensava bem. Os dias de semana que eu gosto mais são: as quartas, porque é assim uma coisa intermédia e sinto que quando passa este dia para quinta, o fim-de-semana aproxima-se a passos largos, o que é sempre uma sensação boa. E depois porque já passaram os dias iniciantes da semana, e parece que me custa menos passar o resto dos dias. Depois, adoro sexta, porque pelo menos eu acho, que se sente o pessoal todo mais descontraído, ansiosos pelo fim-de-semana e sextas são os dias que eu saio mais à noite. Já estamos todos mais livres o que faz que possamos ir beber um cafézito e assim. Depois, acho que é mesmo o meu favorito de todos, é o sábado. Porquê? Oras, acho que toda a gente que eu conheço, adora sábados e é o inicio de fim-de-semana, ainda pensamos 'ah, ainda falta um dia para irmos para o trabalho/escola/fazer isto ou aquilo'. E para mim eu passo sempre os sábados, bastante bem. Até porque há sempre mais iniciativas do pessoal e mesmo em cafés e bares existe uma outra animação, há karaokes, etc. Agora a parte pior, os dias que eu menos gosto e para mim são apenas dois, 1º o domingo, visto que é aquele dia que já sentimos que temos pouco mais para aproveitar, são dias ligeiramente mais secantes, não dá nada de interessante na TV, é sempre aqueles filmes todos repetidos, o pessoal já não sai tanto porque sabe que no outro dia temos que acordar cedo, ou seja, domingos para mim são completamente secantes. Mas o pior mesmo é segunda, parece que tudo anda assim meio enferrujado do fim-de-semana, ainda não acordaram bem para um inicio de semana, e é mesmo um dia que é para esquecer. Seja para quem trabalha, seja para quem estuda. E bem, isto vem mesmo a calhar, porque hoje é segunda.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Vloggers - Nichole337:

Eu tenho andado com ideia de fazer uma coisa destas assim no youtube, claro que em português e até tenho tido algumas ideias, mas também sei que sou um pouco inconstante e por essa razão deixo sempre passar, mas é um dos pontos que eu vou colocar na minha whishlist de 2012 é fazer uma conta no youtube e quisá tornar-me vlogger. Eu costumo ver alguns deles e há alguns que sigo sempre que possível. Mas hoje vou-vos deixar aqui um porque também queria dar a minha opinião sobre esta rapariga.


http://www.youtube.com/user/Nichole337?blend=1&ob=4

 
Okay, é assim, eu sei que a miúda (ela se não me engano já tem 21 anos, facto que realmente espantou alguns dos seguidores dela) por vezes faz por ser gozada, é verdade, basta ver aquele vídeo do 'I kissed a lobster', mas também há comentários muito maliciosos e eu já vi muitos deles e acho que há um limite para certos comentários, certos? Não é não comentarem ou não expressarem uma opinião é que o podem fazer educadamente, sem deitar abaixo uma rapariga como todas as outras no mundo. Ela tem sonhos, diverte-se a fazer estes vídeos, gosta de os colocar na internet, que mal tem isso? Cada um faz o que quer e ninguém é obrigado a assistir aos vídeos dela e muito menos comentar. Acho que muitas pessoas que lá comentam deviam de fazer isso - não comentarem, visto que não dizem nada de mais. Já vi comentários a dizerem para ela se matar, que era feia, que não devia de ter nascido, opá, seja como seja, ela é assim, e pelos vistos tem confiança para continuar a fazer aquilo que mais gosta que é fazer estes vídeos e colocá-los online e isso para mim é de louvar e acho que ela deve continuar a ser quem é e deve continuar com isto porque não é por pessoas que nada têm a ver com a vida da miúda que ela deve parar e para alguém com autismo acho mesmo que ela merece o respeito de muita gente. Pelos vistos há muita gente sentindo-se mal consigo próprios para se sentirem felizes ao rebaixar uma pessoa. Keep going Nichole. ;)

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Para a minha irmã

Já à muito que me sentia curiosa com as histórias da Jodi Picoult, porque sempre me disseram que eram livros muito tocantes e com histórias únicas e profundas. Ainda não li este livro, o 'Para a minha irmã', mas já vi o filme e digo com todas as certezas que foram dos melhores filmes que eu vi nos últimos tempos. Muito bem conseguido e bastante profundo. É impossível que não nos toque de certa forma. Confesso que chorei a ver isto (vi-o ontem à noite, online), o que não acontecia à muito. Após ver o filme fiquei com uma curiosidade enorme de ler o livro. Sim, porque eu sou assim, vejo os filmes e depois leio o livro e agora é um dos que quero ler obrigatoriamente, visto que se o filme tocou-me da maneira como me tocou, imagino o livro, que é algo que nos envolve mais. Se existir alguém que goste de drama, goste de histórias que possam existir, baseadas na vida real e ao mesmo tempo emocionantes, inspiradoras e tocantes, acho que este é o filme ou livro que têm de assistir ou ler. Valerá a pena.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O rapaz do pijama ás riscas

Gostava imenso de ter lido o livro, só que não deu. Porque no ano passado, ainda quando andava na escola, em história temos a parte da segunda guerra mundial e dentro deste tema, o professor aconselhou-nos a ler este livro, só que como decidimos comprar um e depois ir passado o que aconteceu foi que acabei por não o ler, mas curiosa como sou no outro dia vi num site em que se pode ver filmes online, este filme, e confesso que gostei bastante. O porquê? Porque simplesmente mostra uma outra faceta, um outro olhar para a guerra e para as atrocidades cometidas naquela época, um olhar inocente, através da personagem Bruno. Ele é a tipica criança curiosa, exploradora e sonhadora que não vê maldade em nada à sua volta. E numa altura em que ele não tem ninguém com quem brincar, encontra uma criança naquilo a que ele pensava que era uma quinta. A verdade é que ele descobre das piores das maneiras os horrores por detrás de tudo aquilo. Aconselho a quem goste de ver filmes sobre guerra e principalmente sobre este tema. Hoje em dia muitos são os filmes que nos mostram como foram estes tempos, mas não me lembro de nenhum que mostre perante o olhar inocente de uma criança.